• Identificar e reduzir a
disponibilidade e o acesso aos meios para se cometer suicídio (ex. armas de
fogo, substâncias tóxicas);
• Melhorar os serviços de atenção
à saúde, reforçar o apoio social e promover a reabilitação de pessoas com
comportamento suicida;
• Melhorar os procedimentos
diagnósticos e subseqüente tratamento dos transtornos mentais;
• Aumentar a atenção dirigida a
profissionais de saúde em relação a suas atitudes e tabus em relação à
prevenção do suicídio e às doenças mentais;
• Aumentar o conhecimento, por
meio da educação pública, sobre doença mental e o seu reconhecimento precoce;
• Auxiliar a mídia a noticiar
apropriadamente suicídios e tentativas de suicídio;
• Incentivar a pesquisa na área
da prevenção do suicídio, encorajar a coleta de dados das causas de suicídio e
evitar a duplicação dos registros estatísticos;
• Prover treinamento para indivíduos
e profissionais que se encontram na linha de frente (gatekeepers) e que entram
primeiro em contato com indivíduos sob risco de suicídio (Botega et al. 2006).
Referências
Barbosa, F. O; Macedo, P. C. M
& Silveira, R. M. C. (2011). Depressão e suicídio. Revista SBPH: Rio de
Janeiro.


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